A série Harry Potter é muito mais do que livros e filmes. É um sentimento. Só quem é potteriano, quem viveu a experiência de ser fã dessa saga, sabe o que é isto. Um sentimento tão singular, mas experimentado por milhões. Que nos une e emociona.
A série está chegando ao seu final nos cinemas... "Tudo acaba aqui", diz o pôster do filme. Mas, pense bem, acaba mesmo?
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Vai a dica!
Para se roubar um coração, é preciso que
seja com muita habilidade, tem que ser
vagarosamente, disfarçadamente, não
se chega com ímpeto, não se alcança
o coração de alguém com pressa.
...
(Luiz Fernando Veríssimo)
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A quem pertence?
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama. O... velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir! - respondeu calmamente o mestre.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Amor...Amor
" -Tudo tem seu apogeu e seu declínio...
É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!...
Novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço! "
...
Chico Xavier
É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!...
Novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço! "
...
Chico Xavier
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Do livro- Não Há Coincidências - Margarida Rebelo Pinto
´Será que só se ama uma vez na vida?
Será que não se volta a viver aquele amor total,
arrebatador, profundo, violento, inigualável e
inesquecível nunca mais?
Temo que sim, mas espero que não.´
Não sei como começar esta carta, nem sei se ela fará algum sentido, mas preciso te transmitir tudo o que ficou por dizer, antes que rebente de mágoa e de tristeza, antes que os dias se sucedam num absurdo tão vazio e idiota que perca a vontade de viver.
Tenho à minha frente o caderno que te comecei a escrever, uma espécie de diário da minha paixão contida por ti, aquele que nunca quiseste ler, embora me tivesses alimentado a esperança de um futuro longínquo, que um dia talvez pudéssemos partilhar, um projecto de vida futura que nunca passou da minha imaginação ou do teu delírio. Mas de que vale o amor sem um futuro sonhado, mesmo que nunca se concretize?
Toda a nossa existência tem por condição a infidelidade a nós próprios. Fui muitas vezes na minha vida, infiel aos outros, mas sobretudo a mim própria, quando me recusava a escutar o meu próprio coração.
Olho para trás e vejo com tristeza que os meus erros contaminaram as recordações do tempo em que ainda não os havia cometido e isso faz-me sentir culpada de coisas que não fiz. Por isso aplico a mim mesma uma espécie de autoflagelação, esperando que a dor infligida apague a original e, quando a segunda se esfumar, pouco mais reste da primeira, a não ser o sabor eterno e amargo de uma perda irreparável.
O primeiro erro que cometi foi ter-me apaixonado por ti. Não sei ainda hoje explicar o que me aconteceu. É como se de repente tivesse saído de dentro de mim própria e assistisse ao desenrolar da paixão que crescia desmesuradamente, sem quereres ou saberes, tenhas tocado nos pontos cardeais da minha insegurança e deles se tivesse acendido uma luz que segui, cega e surda, como os insectos numa noite de Verão à volta de uma lâmpada que alguém se esqueceu de apagar.
Mas o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato. Ou talvez me tenha apaixonado apenas pela tua imagem e, quando te tornaste real aos meus olhos, te tenha adaptado a um ideal humanamente perfeito, à luz do meu desejo. De qualquer forma, apaixonei-me por ti e esse foi o erro primordial, o primeiro de todos, provavelmente o único importante. Os outros erros nunca se teriam dado se este primeiro não tivesse crescido como uma bola de neve perdida numa avalanche.
O segundo erro, e deste assumo toda a culpa, foi não te ter escondido que te amava. Queria-te tanto que pensei que isso te obrigaria a amar-me. Como fui burra e infantil! O amor e a gratidão nada têm a ver um com o outro, embora ambos mascarem estados de afecto. O amor não se procura. Simplesmente vem-nos parar às mãos e só amamos o que é diferente, mesmo que nos pareça de algum modo semelhante. Tu tens essa diferença, que me cativou. Mas devia ter aprendido a escutar os teus sinais e a decifrá-los, antes de me denunciar com os meus, bem menos subtis, bem mais temerários. Sou uma guerreira, o amor é a minha arma.
O meu coração é o meu escudo, avanço sem lança nem capacete, caio e levanto-me as vezes que for preciso, mas não paro nunca. A não ser que o caminho se feche. Quando te foste embora, percebi que a tua porta se tinha fechado para sempre. O coração quando se fecha faz muito mais barulho do que uma porta, e acredita, oiço ainda o barulho do teu silêncio, como uma pedra encostada à garganta. Mas serviu-me para aprender algumas coisas, entre as quais que estar quieta também é uma acção. E ao ficar quieta, consegui parar de sonhar, e comecei a viver cada dia um atrás do outro, a sair para a rua e respirar o ar aquecido pela luz do Sol como uma dádiva de Deus. Quando sonhamos muito corremos o risco de deixar de viver neste mundo, passamos para outra dimensão e não raras vezes transportamos connosco aqueles que amamos. E aquilo com que sonhamos, passa a ser nosso desejo e é em função disso que respiramos, vivemos, adormecemos e acordamos.
O meu terceiro erro, já te disse qual foi. Caímos num duplo equívoco: nunca acreditaste que eu gostasse de ti e sempre gostei; nunca acreditei que não me amasses e afinal não chegaste sequer a gostar de mim. No amor, os homens são paranóicos e as mulheres obsessivas. Eles não acreditam no amor delas e elas não admitem a falta de amor neles.
Amei-te de uma forma desajeitada, arrebatadora e incondicional, sempre querendo e desejando o melhor para ti. O melhor, só tu mesmo poderás encontrar e hoje estou certa que não passa por mim.
Não é a dor da rejeição que me massacra, é a dor de saber que nada poderá sobrar deste amor. Que a amizade não tem espaço nem voz entre nós.
Cada vez mais acredito que amar é dar e tudo o que não é dado, perde-se. E que a amizade é talvez a mais bela forma de amor, porque é gratuita e intemporal, não precisa de promessas nem de carne, nem se desfaz com zangas, nem se desvirtua com o tempo. Mas não te posso dar o meu carinho, o meu afecto, o meu amor domesticado em amizade, se nem sequer tens a grandeza de abrir os braços para a receber. Com a morte deste amor por ti, morre também uma parte de mim, algo cujos contornos não consigo ainda delinear mas que com o tempo perceberei, quando a alma apaziguada fechar as feridas desta minha dor derrotada e passiva perante o teu silêncio e a tua mascarada indiferença.
Mas é melhor que nunca mais se cruzem os nossos olhares, é melhor que a palavra adeus seja mesmo essa e não outra. Chegámos ao fim do caminho. A partir daqui todas as palavras serão inúteis.
Nunca saberei até que ponto ages com o coração ou apenas com a cabeça. Até que ponto te entregas ou apenas jogas. Até que ponto sentes e ages, ou apenas observas. E é por nunca ter sabido quem és, que um dia te conseguirei esquecer."
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Fernanda Mello - Crônicas Digitais : Amar é Punk
http://fernandacmello.blogspot.com/
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou.
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Querer sempre
Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.
Fernanda Mello
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Caminhos do destino...
Na busca por mim mesmo passei por ruas desconhecidas, virei esquinas que não sei onde iriam dar...caminhei mto, me perdi, me descobri forte e independente porem mto dependente do amor de quem amo, busquei rumos mto diferentes dos já traçados em minha mente, me misturei com pessoas iguais e completamente diferente, so pra eu sentir com qual meu espirito se encaixava. E qdo me vi indo em direção oposta me senti fragil, tive duvida. Clamei por um sinal que me mostrasse o que eu sempre desconfiei...que o diferente talvez seja o certo pra mim...e foi ai que eu busquei o horizonte e senti uma brisa delicada tirando qualquer peso do meu peito: O CEU ESTAVA SORRINDO PRA MIM!
Não é preciso ter pressa. Tudo chega a seu tempo. Não se pode colher nada antes que amadureça.' Masaharu Taniguchi
O Relógio de Mario Quintana - O tempo
"Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.
Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário mostrar que eles ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.Há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados das folhinhas.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembranças de horas.
Há eventos que marcaram, e que duram para sempre,
o nascimento do filho, a morte do pai, a viagem inesquecível, um sonho realizado.
Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz eu estava na ocasião.
O relógio do coração – hoje eu descubro - bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.
Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças da vida.
Pense nisso.
E consulte sempre o relógio do coração:
Ele te mostrará o verdadeiro tempo do mundo.
A vida é o dever que nos trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dada outra oportunidade, eu nem olharia o relógio...
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca
dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que goste devido a falta de tempo
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta de que sentirás será a desse tempo, que infelizmente,
jamais voltará!"
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Saudade
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
Martha Medeiros
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A Mulher Madura
Quando resolvi escrever sobre a MULHER MADURA, pensei em mim e em todas as mulheres de trinta, quarenta, cinquenta...não importa a idade, claro, não desmerecendo as mais novas, até porque, pretendo falar de toda vivacidade que elas possuem. A MULHER MADURA tem um jeito todo especial de ser. MULHER MADURA não é ventania, ela é ar em movimento. Ela possui uma beleza peculiar que não se iguala a nenhuma outra. Pena daqueles que não sabem percebê-las!!!
...Enfim, a MULHER MADURA é um conjunto de todas as belezas possíveis. É MULHER sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira, é forte, mas é feminina, porém, muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que descobrem...preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é DOCE, mas que, simplesmente é puro MEL.
Texto retirado do site: http://pt.shvoong.com/humanities/philosophy/1844740-incompar%C3%A1vel-beleza-da-mulher-madura/
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
“Viver é desenhar sem borracha”
Dias que passam diferente, recheados de emoção e de calor eles não se passam simplesmente, são aproveitados como se fossem os últimos. Carpe Diem, aproveitar a vida até o último limite ate o último momento, sem culpas, sem precauções, às vezes até sem juízo, a vida é um sopro, um sopro da alma, um sopro da inspiração...
Aproveitar a vida é ter momentos únicos, pessoas únicas, encontrar a metade do que falta em nós, do que se perdeu, daquilo que acreditamos que nunca mais encontraríamos. O universo conspira.. .Meio misticamente, incompreensível inexorável.. .A quem cabe compreender? A quem cabe decifrar os enganos e desenganos desta nave espacial que nem sabemos onde nos levará? Feliz daquele que se aventura em suas viagens.. .Triste daquele que não sabe se deixar envolver pelo encanto da duvida, pelo medo da incerteza, pela aventura de protagonizar a historia da qual nem sabemos o final...
Que a incerteza me leve, que a dúvida se dissipe e me traga a beleza da surpresa, ou que eu viva a incerteza como uma criança em seus primeiros passos, sem medo de cair... E se cair, que eu tenha em quem me apoiar, caso contrário, sei que terei forças pra me reerguer, porque nada no mundo se faz grande sem paixão, já diz o sábio, “as paixões são as velas que enfuriam os navios, por vezes podemos naufragar, mas sem elas jamais poderíamos velejar”.., a paixão é o combustível da loucura, pois de loucos todos nós temos um pouco, quem não vive a paixão sobrevive.. .Sobrevive aos acontecimentos que se tornam sempre pesados, sem a paixão a vida é um fardo.
Deixar de ser dono de si mesmo e passar a ser do outro... .Comandado e levado pelo pensamento, ao encontro daquilo que o inconsciente deseja, dos anseios, das loucuras, fantasias... .Que nos roubam o dia, as horas, os segundos.. .Que nos movem e impulsionam nosso ânimo, agora não mais me pertenço.. .Sou inteiramente do outro, entrego-me cegamente ao impulso que me arrasta, de onde brotam meus devaneios e minhas mais profundas inspirações.
Agatha Ferreira
http://recantodas1etras.uo1.com 80122
20/12/2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Fim de Ano...Como uma boa Gremista, nao posso deixar de parabenizar os colorados!
Então está chegando o final do ano...vamos meditar sobre a "SOBERBA", um dos 7 pecados capitais.
A soberba é o sentimento da ostentação,do supérfluo,do prazer.O soberbo vive enamorado consigo mesmo,gosta de se mostrar,quer despertar inveja e admiração”eu sou feito purpurina,se uma luz não me ilumina,não estou pronta prá brilhar”,diz a canção popular.O soberbo quer sempre estar no topo.Não pode viver sem platéia.O orgulho e a presunção não são sentimentos apenas humanos.
Selecionei uma imagem para que a reflexão do dia seja completa.
Quando Falar
Quando falar sobre amor, finja nada conhecer, para absorver cada frase que
brote do coração.
Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender
que amor e a dor são tão parecidos, que até os confundimos ao vê-los bem de
pertinho.
Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, para ser ouvido na mais
alta voz.
Quando falar sobre sonhos, acorde, para vivê-los na melhor lucidez do seu
dia.
Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos, para que possa provar
a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum, para lembrar daqueles que
jejuam todos os dias, mesmo sem querer…
Quando falar de frio, abrace alguém. Quando falar de calor, estenda a mão.
Quando estender a mão, sustente o braço para que perdure.
Quando falar de felicidade, acredite nela. Quando falar de fé, cerre os
olhos para encontrar a razão daquilo em que crê. Quando falar de Deus, faça-o
pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a
paz, os sonhos …
Quando falar, cuide para que suas palavras sejam melhores que o seu
silêncio.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Mulheres, Sexo e Camões
Vestibular da Universidade de Santa Catarina cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
'Amor é fogo que arde
sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 18 anos deu a sua interpretação :
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher...
'Amor é fogo que arde
sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 18 anos deu a sua interpretação :
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
DNA Cósmico imutável
Será?
Estava eu tentando entender porque repetimos sempre os mesmos erros, ta certo que ultimamente minha vida está muito agitada e que ontem até dei oi boa noite para uma gravação quando meu telefone tocou...erros que nunca cometi rsrsrsrs!!!!
Mas pensando nisso fui dar uma lida e ver se encontrava alguma coisa a respeito, então achei um artigo publicado que diz que "Costumamos repetir os mesmos erros várias vezes, e nos pegamos pensando ou agindo sempre da mesma forma, sem mudar o padrão. A razão é simples: nós temos um DNA cósmico imutável! Ele fica marcado no nosso cérebro no momento exato em que respiramos pela primeira vez." Esse artigo descreve uma pesquisa realizada em SP, e ainda nos diz que: "no momento em que quando respiramos pela primeira vez nosso cérebro ‘capta’ (de alguma maneira ainda não cientificamente explicada) a configuração das energias astrais daquele momento. Assim ele ficará para sempre impregnado de uma determinada configuração energética que determinará o nosso DNA único e será o fator determinante de nossa personalidade, de nossa forma física, de nossas doenças e de nosso comportamento."
Ou seja é esse DNA que vai determinar o caminho que vamos tomar, o que vamos decidir, as nossas escolhas.
Aff! que nojo!!!!
Aff! que nojo!!!!
Para Ler todo o artigo:
Graziella Marraccini é astróloga, taróloga, cabalista e estudiosa de ciências ocultas
e dirige a Sirius Astrology. Clique aqui e faça seu mapa astral on-line.
Atende em seu consultório em São Paulo com hora marcada no horário comercial.
Visite o Site pessoal da Astrologa
Assista ao Programa CONVERSANDO COM OS ASTROS todas as segundas-feiras das 17 às 18 horas em www.orkutv.com.br
Para maiores esclarecimentos visite meu site.
Email: info@astrosirius.com.br
e dirige a Sirius Astrology. Clique aqui e faça seu mapa astral on-line.
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Visite o Site pessoal da Astrologa
Assista ao Programa CONVERSANDO COM OS ASTROS todas as segundas-feiras das 17 às 18 horas em www.orkutv.com.br
Para maiores esclarecimentos visite meu site.
Email: info@astrosirius.com.br
Será?
"Um dia a gente acorda, os livros nos acordam, um anjo nos acorda, e somos avisados: não olhe para trás.Vá em frente! E Viva!"
Eu tenho pressa e tanta coisa me interessa,
mas nada tanto assim...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A Luz Que Acende O Olhar
A luz que acende o olhar
vem das estrelas no meu coração
vem de um fora que me fez assim
vem das palavras lembranças e flores
regadas em mim
o tempo pode mudar
a chuva lava o que j passou
resta somente o que eu já vivi
resta somente o que ainda sou
a luz que acende o olhar
vem pelos cantos da imaginação
vem por caminhos
que eu nunca passei
como se a vida soubesse de sonhos
que eu nunca sonhei
vem do infinito da estrela cadente
do espelho da alma
dos filhos da gente
de algum lugar para iluminar
a fora vem de onde eu venho
de tudo o que acende
a vida calada
me olha me entende
o que eu sou
tudo o que é maior
vem do amor
vem do amor
a luz que acende o olhar
vem dos romances que viram poesia
vem quando quer se quiser se vier
vem pra acender e mostrar o amor
que a gente não via
vem como um passe de pura magia
como se o visse e jurasse
que h tempo j te conhecia
vem do infinito da estrela cadente
do espelho da alma
dos filhos da gente
de algum lugar s pra iluminar
a fora vem de onde eu venho
de tudo o que acende
a vida calada
me olha e entende
o que eu sou
tudo o que maior
vem da luz que acende o olhar
vem das historias que me adormeciam
vem do que a gente no consegue ver
vem e me acalma me traz e me leva
p'ra perto de você
e me leva
mais p'ra perto de você.
vem das estrelas no meu coração
vem de um fora que me fez assim
vem das palavras lembranças e flores
regadas em mim
o tempo pode mudar
a chuva lava o que j passou
resta somente o que eu já vivi
resta somente o que ainda sou
a luz que acende o olhar
vem pelos cantos da imaginação
vem por caminhos
que eu nunca passei
como se a vida soubesse de sonhos
que eu nunca sonhei
vem do infinito da estrela cadente
do espelho da alma
dos filhos da gente
de algum lugar para iluminar
a fora vem de onde eu venho
de tudo o que acende
a vida calada
me olha me entende
o que eu sou
tudo o que é maior
vem do amor
vem do amor
a luz que acende o olhar
vem dos romances que viram poesia
vem quando quer se quiser se vier
vem pra acender e mostrar o amor
que a gente não via
vem como um passe de pura magia
como se o visse e jurasse
que h tempo j te conhecia
vem do infinito da estrela cadente
do espelho da alma
dos filhos da gente
de algum lugar s pra iluminar
a fora vem de onde eu venho
de tudo o que acende
a vida calada
me olha e entende
o que eu sou
tudo o que maior
vem da luz que acende o olhar
vem das historias que me adormeciam
vem do que a gente no consegue ver
vem e me acalma me traz e me leva
p'ra perto de você
e me leva
mais p'ra perto de você.
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